terça-feira, 16 de outubro de 2012


Era Vargas


Getúlio Vargas governou o Brasil durante quinze anos, de 1930 a 1945. Estes anos são conhecidos como a Era Vargas e suas características são as diversas alterações que o então presidente realizou no país nos setores sociais e econômicos.
Até o começo da década de 30, a República Velha vigorava no Brasil, ou seja, o país possuía uma centralização de poder entre os partidos políticos, além da economia cafeeira e a aliança política entre São Paulo e Minas Gerais, conhecida como “café com leite” (a presidência era revezada por presidente mineiro e paulista).
O presidente da época,Washington Luis deveria indicar um mineiro para o cargo, porém apoiou Júlio Prestes, o que causou a conhecida revolta armada, já que a Aliança Liberal afirmava que tudo era uma fraude eleitoral. A situação ficou ainda mais crítica quando o vice-presidente de Getúlio Vargas, João Pessoa foi assassinado no Recife, Pernambuco. Aproveitando destes incidentes, os getulistas nao perderam tempo em culpar seus opositores sem provas. No final do mesmo anos, com a ajuda do exército o poder foi passado para Getúlio.
Vargas usou políticas de modernização, criou novos ministérios (Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio e o Ministério da Educação e Saúde), deu segmento a política de valorização do Café, o PVC, criou o Conselho Nacional do Café e o Instituto do Cacau e a Lei da Sindicalização, cujos sindicatos eram vinculados indiretamente ao presidente.
Um ano depois, um passo ousado de Getúlio quase colocou tudo a perder, ele tinha a intenção de derrubar a Constituição Brasileira, o que deixou a classe média paulista irritada. Para piorar a situação quatro soldados paulistas: Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, foram assassinados e então a sociedade passa a apoiar a causa constitucional.
No dia 9 de julho, a revolução acontece, sendo que os paulistas tinham apoio do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. O presidente então isola São Paulo, que sem outra opção se rende. É então aprovada a Constituição de 1934 que passa a ter o voto secreto, o voto feminino, ensino primário obrigatório e diversas leis trabalhistas.
Três anos mais tarde, devido aos documentos do Plano Cohen, Vargas conseguiu realizar o Golpe de 1937 derrubando a Constituição e declarando o Estado Novo. O presidente fechou o Congresso Nacional, criou o Tribunal de Segurança Nacional, centralizou o poder e acabou com a liberdade partidária.
Getúlio Vargas saiu do governo após sofrer um golpe militar no dia 29 de outubro de 1945. No mesmo ano foram feitas eleições livres, e ele foi eleito senador. No ano de 1951, ele voltou a presidência através de voto popular e em 1954, o Atentado na Rua Tonelero colocou tudo a perder. Depois de ser pressionado, Vargas se suicidou no dia 24 de agosto de 1954.


Maria Lelis dos Santos 1 A Matutino

Política, educação, democracia - vídeo Haiti - Gilberto Gil

3 C
Eliete, Luana, Joelma Santos

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Casos Escandalosos De corrupção



O mensalão


Foi sem dúvida o mais atrevido e escandaloso caso de corrupção e desvio de dinheiro publico realizado no Brasil", afirmou Gurgel, ressaltando tratar-se de uma "sofisticada organização criminosa destinada a comprar votos de parlamentares no CongressoEle iniciou a exposição com a apresentação do publicitário Marcos Valério à cúpula do PT. Gurgel citou depoimento do ex-deputado Virgílio Guimarães (PT-MG) em que o parlamentar conta como apresentou o dono da agência SMPB a José Dirceu, José Genoíno, Delúbio Soares e Sílvio Pereira, apontados pela denúncia original como "núcleo político" da quadrilha que realizou o mensalão. Gurgel destacou que o objetivo de Marcos Valério era manter e ampliar sua participação em contratos de publicidade no governo. Enfatizou que, por outro lado, a cúpula petista buscava recursos para saldar dívidas de campanha e comprar apoio no Congresso. "A coincidência de interesses fez com que se produzisse essa associação", sustentou o procurador. Afirmou que o núcleo político, Marcos Valério e seus sócios e diretores do Banco Rural se uniram para praticar crimes de corrupção, contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro, entre outros.
QUADRILHA: "Muitas situações se passavam entre quatro paredes. Não entre quatro
paredes comuns, mas entre quatro paredes de um palácio presidencial. Toda, absolutamente toda prova possível, transbordantemente suficiente para a condenação dos réus, foi produzida. Jamais um delírio foi tão solidamente, tão concretamente, tão materialmente documentado e provado.

A SEGUIR Componentes da Quadrilha
JOSÉ DIRCEU (Chefe da Casa Civil): "Foi o mentor da ação do grupo, o seu grande protagonista. Foi José Dirceu quem idealizou o sistema ilícito de formação da base parlamentar de apoio ao governo mediante o pagamento de vantagens indevidas aos seus integrantes e comandou a ação dos demais acusados para a consecução desse objetivo, seja no que dizia respeito às negociações travadas com os parlamentares e líderes partidários, seja na obtenção dos recursos necessários ao cumprimento dos acordos firmados.
JOSÉ GENOINO (Presidente do PT): "José Genoino era o interlocutor político do grupo. Cabia-lhe, representando José Dirceu, formular as propostas de acordo aos líderes dos partidos que comporiam a base aliada do governo. Mesmo negando ter feito acordos financeiros, Genoino admitiu ter participado de reuniões com os líderes do Partido Progressista (PP) e do então Partido Liberal (PL) para tratar de alianças políticas".
DELÚBIO SOARES (Tesoureiro do PT): "Integrou o grupo criminoso desde 2003, tornando-se o principal elo entre o núcleo político e os núcleos financeiro e operacional, os dois últimos liderados por Marcos Valério.
(...).MARCOS VALÉRIO (Dono de agências de publicidade): "Para viabilizar os recursos necessários ao pagamento dos acordos firmados para a composição da base de apoio do governo no Congresso, o núcleo político da organização, liderado por Dirceu, valeu-se da atuação de Marcos Valério. Dirceu foi mentor do esquema enquanto Valério seu principal operador (...). Na condição de líder dos núcleos operacional e financeiro, Valério foi a pessoa que possibilitou a entrada de valores de que Dirceu e seu grupo precisavam para fazer os ajustes que feitos".
KÁTIA RABELLO (Presidente do Banco Rural):
JOÃO PAULO CUNHA (Deputado do PT)
 HENRIQUE PIZZOLATO (Diretor de Marketing do Banco do Brasil)
 PROFESSOR LUIZINHO (Deputado do PT): PAULO ROCHA e ANITA LEOCÁDIA (Deputado do PT e assessora parlamentar)
"Paulo Rocha, valendo-se da intermediação de Anita Leocádia e de Charles Santos Dias, recebeu R$ 820 mil.
Mas não acaba por ai os casos de corrupção no Brasil;  até mesmo nas cidades Pequenas Como água-Fria BA aconteçem estes casos.
Com auxílio do Conselho do Fundeb no município, detectou-se que a prefeitura desviava dinheiro público, por meio de pagamentos correspondentes a serviços não realizados
O Ministério Público Federal (MPF) em Feira de Santana (BA) propôs ação de improbidade administrativa contra o ex-prefeito do município de Agua Fria (BA), a 148 km de Salvador, Manoel Alves dos Santos, a empresa MLT Serviços de Transporte e seu sócio gerente, José Edésio Cardoso Silva Júnior, por aplicação irregular de recursos destinados ao transporte escolar, no ano letivo de 2008. O ex-gestor e o empresário também vão responder ação penal por desvio de recursos públicos.
 Este ano de 2012 ja foram encontrados varios casos como este.

Ex-prefeito condenado por desvio de verbas da Saúde

O Ministério Público Federal obteve na Justiça a condenação do ex-prefeito do município de Assunção do Piauí José Alves dos Reis por atos de improbidade administrativa praticados durante seu mandato entre os anos de 2001 a 2004. A ação foi proposta em 2008 pelo próprio município e aditada pelo MPF, através do procurador da Repúbl ica Wellington Bonfim, que acrescentou novos fatos, como a omissão do dever de prestação de contas em relação a convênio no valor de R$ 179.992,00 repassados ao município pela Fundação Nacional de Saúde.
 
 3º c VESPERTINO
Aline, Dailane,
 Geovânia Santos, Joice,
 Quirla, Rodrigo Alves,
Taiane, Tainá e Tatiane
 

 


terça-feira, 2 de outubro de 2012

  Pesquisa sobre o PP


  Entrevistamos o Senhor Adailton Nunes de Souza Leão, conhecido como Adailton que é então o presidente do partido progressista (PP), fundado no município de  Água fria em 08 de novembro de  1995, com 93 filiados. Tendo como concepção politica do partido a nível nacional em Água fria: O fortalecimento do sistema partidorial  sustentável , principalmente pela fidelidade partidaria devendo dessas os mandatos aos partidos políticos.
  Também a garantia da legitimidade e proporcionalidade da representação política aliada no livre exercício independente e consciente do voto secreto, na periodicidade dos mandatos, na rotatividade dos partidos no poder, respeito à pluralidade doutrinária e ideológica. 
  Aperfeiçoamento gradativo do sistema eleitoral na representação parlamentaria, afim de assegurara plena responsabilidade politica dos eleitos perante os eleitores e dos governantes perante os governados.
  O estimulo à regimentação de quadro prometidos com as linhas doutrinarias e programáticas do partido, facilitando-lhe os acessos as oposições diretivas e executivas na agremiação bem como as disputas dos cargos eletivos nos pleitos.


Alunos: Edna, Irlane, Verônica, Agnaldo, Rafaela, Ariel, Djane, Lívia, Gelis, Patríciae Elisângela.
Serie/Turma: 2° A matutino

Entrevista com o Prefeito de Água Fria

Entrevista com Adailton Leão ( prefeito).

1- Quando surgiu o partido?


Em 1990


2-  Qual é o nome do presidente do partido?


Adailton Nunes de Sousa Leão


3- Qual é o número de filiados (sede e distrito)?


87 pessoas


4- A concepção política do partido ( a nível nacional é Água Fria ).


Municipal- melhoramento na área educacional, de saúde e infra- estrutura.
Nível nacional- Fortalecimento do sistema partidário sustentado, principalmente pela fidelidade partidária aos partidos políticos pelos quais os parlamentares foram eleitos, bem como: 
-Garantia de legitimidade e proporcionalidade da representação política alicerciada do livre exercício independente e inconsciente.
- Criação e apoio ao funcionamento de entidades de estudo políticos para a atualização e formação de lideranças partidárias e quadros para a administração pública municipal.  

Anna karolina, Raquel, Taise e Valdemir 2°A

O golpe militar de 1964 e a repressão aos direitos civis e politicos





O golpe militar de 1964 designa o conjunto de eventos ocorridos  em 31 de março de1964 no Brasil, e que culminaram no dia 1º de abril de 1964, com um golpe de estado que encerrou o governo do presidente João Belchior Marques Goulart, também conhecido como Jongo.

Os militares brasileiros a favor do golpe costumam designa-lo como revolução de 1964 ou contrarrevolução de 1964.
Jango havia sido democraticamente eleito vice-presidente pelo partido trabalhista brasileiro (PTB), na mesma eleição que conduziu Jânio da Silva Quadros do partido trabalhista nacional (PTN) à presidência apoiado pela união democrática nacional (UDN).
O golpe estabeleceu um regime alinhado politicamente aos Estados Unidos e acarretou  profundas modificações na organização política do país, bem como na vida econômica e social.
Todos os cinco presidentes militares que se sucederam desde então declararam-se herdeiros e continuadores da revolução de 1964.
O regime pôs em pratica vários atos institucionais, culminando com o AI-5 de 1968, que vigorou até 1978. A constituição de 1946 foi substituída pela constituição de 1967 e ao mesmo tempo ocorreram a dissolução do congresso brasileiro a supressão de liberdades individuais e a criação de um código penal militar que permitiu ao exercito brasileiro e a policia militar do Brasil pudessem prender e encarcerar pessoas consideradas suspeitas além de impossibilitar qualquer revisão judicial, sendo ele um regime de muita repressão aos direitos civis e políticos da sociedade, violência e censura. 


O regime militar de 1964 durou até 1985, quando Tancredo Neves eleito, indiretamente, o primeiro presidente civil desde 1960.


Componentes: Gilson Barreto
                                    Ivonete Barreto
                        Janilton Pinto
                        Naiane Maciel
                        Paula Grazielle
                        Rebeca Souza
3º C Vespertino

     A Falsa Sabedoria Política É reduzido o número daqueles que vêem com os seus próprios olhos e sentem com o próprio coração. Mas da sua força dependerá que os homens tendam ou não a cair no estado amorfo para onde parece caminhar hoje uma multidão cega.
Quem dera que os povos vissem a tempo, quanto terão de sacrificar da sua liberdade para escapar à luta de todos contra todos! A força da consciência e do espírito internacional demonstrou ser demasiado fraca. Apresenta-se agora superficialmente enfraquecida para consentir a formação de pactos com os mais perigosos inimigos da civilização. Existe, assim, uma espécie de compromisso, criminoso para a Humanidade, embora o considerem como sabedoria política.
Não podemos desesperar dos homens, pois nós próprios somos homens.
 
Albert Einstein, in 'Como Vejo o Mundo'

"A descredibilização que atinge a política não é pontual nem subjectiva. É um processo que ultrapassa as circunstâncias, os partidos e as personalidades. E que radica na constatação quotidiana que os políticos, seja qual for a sua ideologia, não são capazes de resolver os principais problemas do mundo, seja no domínio do emprego ou da saúde, da educação ou da finança."

Aluno: Paulo Henrique Santos Batista  1ªano B
Professora: Monica Ferreira

A ÉPOCA DE VARGAS(1930-1945)

 

 

   Ao lado da ascensão da burguesia urbana e da classe média, outros fatores atuaram na queda da republica velha. Entre eles, a crise de 1929, que, iniciada com a queda da Bolsa de Nova York, colocaria por terra a política de valorização do café. O fator imediato da crise que levou à revolução de30 foi dissidência oligárquica: Washington Luis rompeu o acordo com Minas Gerais, indicando para a sucessão outro paulista, Júlio prestes.

   Antonio Carlos, governador mineiro, vendo frutadas suas pretensões, uniu-se a Getulio Vargas, formando a Aliança Liberal, que lançou este ultimo como candidato à presidência. Para vice foi escolhido João Pessoa, da Paraíba. Todavia venceu Júlio prestes. Ocorreu então o assassinato de João pessoa, que complicou o quadro político: o tenente coronel Goés Monteiro rebelou-se no Rio Grande do Sul e Juarez Távora, no nordeste.

   No Rio, Washington Luis foi deposto e formou-se uma junta militar, que em seguida, entrou o poder a Vargas.

 

Getulio Vargas ,conhecido em seu governo como”pai dos pobres e mãe dos ricos”(óleo de A. Teixeira)

 

     A ditadura de Getulio Vargas foi, em principio, apresentada como situação transitória. Prolongar-se-ia, contudo, por vários anos com amplos poderes. Getulio inaugurou um novo modelo de política: o populismo e o nacionalismo.

    Agindo com extrema habilidade, foi mediador e arbitro das forças antagônicas que o apoiavam: massas proletárias e das classes medias urbanas, oligarquias dissidentes e tenentes, reforçando assim seu poder pessoal.

    O poder publico se tornava mais intervencionista na economia, iniciando um acelerado processo de industrialização, substituindo as importações, e contemplava outros interesses sociais, sobre a tutela do Estado.

    Os tenentes, agora no poder, substituíram os governadores por interventores nomeados e se incumbiram de neutralizar as possíveis resistências dos velhos poderes locais e conseguir, assim, consolidar a republica em plano nacional.

    Em 1932, em São Paulo, onde havia um descontentamento com o governo centralizador de Vargas, eclodiu o “movimento constitucionalista”, que após meses foi subjugado. Esse movimento reclamava a volta a um regime representativo. Os paulistas foram derrotados, mas vingou a idéia da constituinte. Em 1934, a segunda constituição brasileira do período republicano foi concluída e trazia como novidade a “legislação trabalhista”, que compreendia o salário-mínimo e as garantias de estabilidade no serviço, o direito à previdência social e as associações de classe; o voto feminino, eleições diretas para todos os cargos, exceção feita à primeira eleição presidencial.

   Em 1934, o congresso elegeu Getulio Vargas presidente de republica para governar ate 1938, quando ocorreriam novas eleições. Esse período de era Vargas ficou conhecido como governo constitucional.

       O governo constitucional foi o período em que a política foi fortemente influenciada pelas ideologias que agitavam a Europa. O nazi-facismo inspirou a criação da Ação integralista Brasileira (AIB) e o socialismo-marxismo, a Aliança Nacional Libertada (ANL). Esses dois grupos promoveram ações de enfrentamento e espalharam a violência. Forças do governo se opunham as idéias da ANL e propunha seu fechamento, o que veio a acontecer em 1935. Mesmo na ilegalidade, em novembro desse mesmo ano, os aliancistas promoveram a revolta conhecida como a Intentona Comunista, que fracassou em seu objetivo de envolver as massas num movimento revolucionário de esquerda.

     Esse episodio, no entanto, deu ao governo o argumento necessário para por em pratica uma grande operação de repressão, que incluía tortura e prisões de envolvidos e simples suspeitos, decretou estado de sitio e suspendeu as garantias constitucionais deixando, uma sitiação propicia a um golpe estado.

Em 1937,em plena campanha eleitoral para sua sucessão, Vargas, apoiado pelas Forças Armadas, da um golpe e institui o Estado Novo .

    O  estado novo iniciou-se uma fase ditatorial da era de Vargas.Esse sistema perdurou ate 1945 e se caracterizou pelo poder centralizado no executivo e pelo aumento de ação intervencionista na economia. Para afastar toda e qualquer oposição ele fecha os partidos políticos e estabelece um rígido controle dos meios de comunicação. No inicio da guerra, Vargas procurou não deixar clara sua posição. Imagina-se que Vargas se identificava com os regimes ditatoriais participantes da guerra.

   Quando os estados unidos entraram na guerra em dezembro, o Brasil tomou partido dos aliados e passou a fornecer matéria-prima a eles. O nordeste brasileiro se tornou uma base estrangeira para as operações aliadas. O Brasil se colocou, portanto contra a Alemanha.

   Em 1943, começava a se formar a FEB para lutar ao lado dos americanos contra as forças nazistas na Itália. Isto provocou uma contradição: internamente tínhamos um governo autoritário e no plano externo enviávamos soldados para combater ditaduras.

   A  oposição ao governo Vargas se acentuou: manifestações exigindo o fim do governo ditatorial surgiam através dos estudantes, da elite mineira, dos oficiais em batalha  na Europa, da Ordem dos Advogados do Brasil, dos escritores.

   Vargas, sentindo o novo rumo dos acontecimentos, decretou o Alto Adicional, que previa eleições presidenciais. Enquanto isso,articulava uma transição para a democracia que o mantivesse no poder, usando o movimento chamado Quererismo(o lema era:queremos Getulio!). Fracassada essa idéia, Getulio renunciou em 29 de outubro de 1945.  

                  

 
ALUNO:GRASIELLY ARAUJO 1A
 

 

O papel dos Inconfidentes na libertação do Brasil.






A Inconfidência Mineira foi um dos mais importantes movimentos sociais da História do Brasil. Significou a luta do povo brasileiro pela liberdade, contra a opressão do governo português no período colonial. Ocorreu em Minas Gerais no ano de 1789, em pleno ciclo do ouro.
No final do século XVIII, o Brasil ainda era colônia de Portugal e sofria com os abusos políticos e com a cobrança de altas taxas e impostos. Além disso, a metrópole havia decretado uma série de leis que prejudicavam o desenvolvimento industrial e comercial do Brasil. No ano de 1785, por exemplo, Portugal decretou uma lei que proibia o funcionamento de industrias fabris em território brasileiro.


O papel de Tiradentes na Inconfidência Mineira

Tiradentes, o conjurado de mais baixa condição social, foi o único condenado à morte por enforcamento, sendo a sentença executada públicamente a 21 de abril de 1792 no Campo da Lampadosa. Em seguida, o corpo foi levado em uma carreta do Exército para a Casa do Trem (hoje parte do Museu Histórico Nacional, onde foi esquartejado. O tronco do corpo foi entregue à Santa Casa de Misericórdia, sendo enterrado como indigente. A cabeça e os quatro pedaços do corpo foram salgados, para não apodrecerem rapidamente, acondicionados em sacos de couro e enviados para as Minas Gerais, sendo pregados em pontos do Caminho Novo onde Tiradentes pregou suas idéias revolucionárias. A cabeça foi exposta em Vila Rica (atual Ouro Preto), no alto de um poste defronte à sede do governo. O castigo era exemplar, a fim de dissuadir qualquer outra tentativa de questionamento do poder da metrópole.

Foi alçado posteriormente, pela República Brasileira, à condição de um dos maiores mártires da independência do Brasil.

Principais causas da Inconfidência Mineira
- Exploração colonial imposta por Portugal ao Brasil.
- Medidas autoritárias, tomadas pela corte portuguesa, com relação ao desenvolvimento econômico, político e social do Brasil;
- Cobrança do "quinto" pelos portugueses. Esta taxa incidia sobre todo ouro encontrado no Brasil e estabelecia que 20% deveria ir para os cofres da corte portuguesa. Quem não pagasse sofria sérias punições, entre elas o degredo para a África.
- Criação da Derrama. Cada região aurífera devia pagar 100 arrobas de ouro por ano para a corte portuguesa. Quando uma região não conseguia arrecadar esta quantidade, soldados entravam nas casas das pessoas que moravam na região e retiravam, a força, objetos de valor até completar o imposto devido. A - Derrama causou muita revolta, principalmente, porque foi criada num período em que as minas estavam entrando em processo de declínio de produção.
- Vontade da elite brasileira (principalmente fazendeiros) em participar ativamente das decisões políticas do país.
- Influência do liberalismo. Intelectuais brasileiros entraram em contado com o pensamento liberal europeu, que defendia liberdade e democracia, e pretendiam implantar estes ideais no Brasil. Estes ideais só poderiam ser atingidos com a Independência do Brasil.

Alunos (as) Géssica Reis, Valdir, Jadílson, Ana Rita, Valdete, Gilvania, Joelia, Antonieta, joelson.
Turma: 1º D  Vespertino.

A História da Coluna Prestes

      Movimento ocorrido entre os anos de 1925 e 1927, encabeçado por líderes tenentistas que empreenderam grandes jornadas para o interior do país, procurando fazer insurgir o povo contra o regime oligárquico vigente durante a presidência de Artur Bernardes, ainda no período da República Velha. A Coluna Prestes ainda pregava ao povo a necessidade da destituição do presidente e a imediata reformulação econômica e social do país, pregando a nacionalização das empresas estrangeiras fixadas no Brasil e o aumento de salários de trabalhadores em todos os setores rurais e industriais. Em suas jornadas, que se estenderam em uma distância de por volta de 25.000 quilômetros, a Coluna Prestes foi perseguida pelas forças orientadas pelos governo, formada tanto por militares e policiais estaduais quanto por jagunços contratados, estes últimos incentivados pelas promessas de anistia aos seus crimes cometidos. Não tendo sofrido sequer uma derrota significativa nas guerrilhas contra o governo ao longo de suas incursões pelo interior do país, que se estenderam por cerca de 29 meses, a Coluna é contada pelos estrategistas militares do próprio Pentágono como uma das mais prodigiosas façanhas militares da história das batalhas de guerrilha.
      A Coluna Miguel Costa Prestes, mais conhecida como Coluna Prestes, foi um movimento liderado por militares, que faziam oposição à República Velha e às classes dominantes na época. Teve início em abril de 1925, no governo de Artur Bernardes (1922-1926).
      No início da década de XX, o Brasil vivia sob o domínio das oligarquias rurais e setores médios urbanos, como os militares, por exemplo, começaram a questionar este poder e a pressionar por mais investimentos nas forças armadas.
      O primeiro levante militar ocorreu no Rio de Janeiro, liderado pelos tenentes do exército, que ficou conhecido como Tenentismo. Em 1924, surgiu uma nova rebelião, desta vez em São Paulo. Depois de muitos combates contra as tropas fiéis ao governo, os revoltosos se refugiaram no interior do Estado.
      Enquanto isso, Luís Carlos Prestes, também militar, organizava outro grupo no Rio Grande do Sul. Em abril de 1925, as duas frentes de oposição, a Paulista liderada por Miguel Costa, e a Gaúcha, por Prestes, uniram-se em Foz do Iguaçu e partiram para uma caminhada pelo Brasil.
      Com aproximadamente mil e quinhentos homens, a Coluna Prestes percorreu 25.000 quilômetros. Durante dois anos e meio atravessou 11 estados. Do sul, o grupo rumou para centro-oeste do país, percorreu o nordeste, até o estado do Maranhão. Na volta, os combatentes refizeram o caminho, até chegar à fronteira com Bolívia.
      Nas cidades por onde passava, a Coluna Prestes despertava apoio da população e a atenção dos coronéis, que também eram alvo das críticas do movimento. Sempre vigiados por soldados do governo, os revoltosos evitavam confrontos diretos com as tropas, por meio de táticas de guerrilha.
      Por meio de comícios e manifestos, a Coluna denunciava à população a situação política e social do país. Num primeiro momento, não houve muitos resultados, porém o Movimento ajudou a balançar as bases, já enfraquecidas, do sistema oligárquico e a preparar caminho para a Revolução de 1930.
      Luís Carlos Prestes tornou-se o ícone desta Marcha, ficando conhecido como “O cavaleiro da esperança”. Ele não foi o principal líder da Coluna. Quem tomou a frente do percurso foi Miguel Costa. Mas Prestes era o idealizador, aquele que alimentava o sentimento de liberdade política, voto secreto e justiça social.
      Em fevereiro de 1927, a Coluna chegou à Bolívia, onde se desfez. Muitos combatentes se exilaram ali mesmo. Prestes foi para Rússia e, posteriormente, voltou ao país como um dos líderes do Partido Comunista Brasileiro (PCB).
 Fonte : Brasil Escola .
Discentes : Kalena Roberta , Jaqueline Couto , Karolaine Magalhães,M° Vitória , Taiene Lima ,Maiara , Kauiza Egas

A POLITICA DE MARTIN LUTHER KING E A SUA REPERCUÇÃO

Foi um pastor protestante e ativista político estadunidense. Tornou-se um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos, e no mundo, com uma campanha de não violência e de amor ao próximo. Ele foi a pessoa mais jovem a receber o Prémio Nobel da Paz em 1964, pouco antes de seu assassinato. Seu discurso mais famoso e lembrado é "Eu Tenho Um Sonho".
 Ele organizou e liderou marchas a fim de conseguir o direito ao voto, o fim da segregação, o fim das discriminações no trabalho e outros direitos civis básicos. A maior parte destes direitos foi, mais tarde, agregada à lei estado-unidense com a aprovação da Lei de Direitos Civis (1964), e da Lei de Direitos Eleitorais (1965).
King e o CLCS escolheram com grande acerto os princípios do protesto não violento, ainda que como meio de provocar e irritar as autoridades racistas dos locais onde se davam os protestos - invariavelmente estes últimos retaliavam de forma violenta. O CLCS também participou dos protestos em Albany (Alabama) (1961-2), que não tiveram sucesso devido a divisões no seio da comunidade negra e também pela reação prudente das autoridades locais; a seguir, participou dos protestos em Birmingham (1963) e do protesto em St. Augustine, na Flórida (1964). King, o CLCS e o CNVCE uniram forças em dezembro de 1964, no protesto ocorrido na cidade de Selma (Alabama).
Em 14 de outubro de 1964, King se tornou a pessoa mais jovem a receber o Nobel da Paz, que lhe foi outorgado em reconhecimento à sua nação e à sua liderança na resistência não violenta e pelo fim do preconceito racial nos Estados Unidos.
Com colaboração parcial do CNVCE, King e o CLCS tentaram organizar uma marcha desde Selma até a capital do Alabama, Montgomery, a ter início dia 25 de março de 1965. Já haviam ocorrido duas tentativas de promover esta marcha, a primeira em 7 de março e a segunda em 9 de março.
   
1B MATUTINO GRUPO:DAIANE,FABIA,ZENAIDE,WUESLEI,MATHEUS,ARILMA,ANA CARLA.